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07/02/2019 16:35 • Notícias
Cotonicultores devem observar as tecnologias de aplicações para eficiência no controle do bicudo

Nesta quarta-feira, 06 de fevereiro ocorreu o 15º Circuito Tecnológico do Algodão, promovido pela Ampasul, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão, na Baús, em Costa Rica e em Chapadão do Sul.

O evento foi aberto na Baús, Fazenda São Paulo, do Grupo JCN e em seguida, no período da tarde, na Fazenda Indaiá, de Darci Boff. Em ambos as localidades, o palestrante foi o Professor, Pesquisador, Consultor e Delegado do Ministério da Agricultura e Abastecimento, Dr. Marcos Vilela de Magalhães Monteiro, com mais de 50 anos de experiência em pulverização aérea.

O circuito passou pela etapa teórica e prática, com aplicação e monitoramento de uma área, onde as teorias do Pesquisador Dr. Marcos Vilela foram mais uma vez comprovadas, mostrando a eficiência da operação em UBV, Ultra Baixo Volume. Partículas minúscula de um inseticida de baixíssima toxidade foram detectadas por um aparelho desenvolvida por Vilela, em meio à plantação tratada.

A eficiência da aplicação, e portanto, o controle da praga, em UBV, Ultra Baixo Volume só se consegue se os técnicos e monitores observarem as tecnologias de aplicação, com ênfase nas condições climáticas, que são medidas com um aparelho, desenvolvido também pelo Professor Marcos Vilela. Trata-se de uma mini estação meteorológica móvel, para detectar eventual inversão térmica. É a inversão térmica um dos problemas mais graves e muito pouco observada pelos produtores, que diminui a eficiência das aplicações, desperdício de produto, tempo e dinheiro, pois ela impede que as partículas menores do produto aplicado chegue ao alvo.

O Técnico do Programa Sustentabilidade da Ampasul, Marcelo Caires disse que a entidade possui um comido que orienta os produtores sobre as corretas tecnologias de aplicações para auxiliar os cotonicultores. Já o Diretor Executivo, Adão Hoffmann lembrou que a Ampasul oferece cursos sobre aplicações para técnicos e consultores, para treiná-los a acompanhar as pulverizações.

Ao final, Adão agradeceu aos proprietários das fazendas que permitiram a realização das palestras e aos participantes, que mais uma vez puderam acompanhar e comprovar a eficiência da aplicação correta de defensivos.

O Dr. Marcos Vilela alertou que no próximo ano poderá haver novamente um ataque significativo do bicudo e para que isso seja amenizado é importante seguir as orientações e a legislação que evitam a disseminação do bicudo, que está presente com intensidade neste ano nas principais regiões produtoras de algodão do Brasil.

Para realização de mais este evento que levou informações sobre tecnologias aos produtores, a Ampasul contou com apoio do IBA, Instituto Brasileiro do Algodão e FMC, além de parceria com o CBB, Centro Brasileiro de Bioaeronáutica.

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Fonte: Ampasul (Norbertino Angeli)