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Abrapa, ANEA e Cotton Brazil reforçam coalizão internacional com os Estados Unidos e Austrália para o fortalecimento da demanda global por algodão

O encontro teve como objetivo central a consolidação de uma frente global de defesa da fibra natural frente ao avanço das fibras sintéticas

Representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (ANEA) e do programa Cotton Brazil reuniram-se nesta quinta-feira, 22/01, com as lideranças da American Cotton Shippers Association (ACSA – USA) e da Australian Cotton Shippers Association (ACSA – Australia) para a criação de uma coalizão internacional em defesa do algodão.

Entre as três potências produtoras existe um consenso político e institucional sobre a urgência de uma atuação coordenada pelo aumento da demanda por algodão e defesa das fibras naturais diante o uso das fibras sintéticas na indústria têxtil. No entanto, ainda não existe uma estratégia global única definida para o andamento dessas ações.

As entidades entenderam que as ações prioritárias do grupo devem estar focadas nas seguintes frentes:

– Advocacy e legislação;

– Comunicação ao consumidor;

– Engajamento com o varejo.

O Brasil expressou abertamente apoio à manutenção da coalizão internacional, principalmente em relação ao intercâmbio técnico e científico contra fibras sintéticas.

Protagonismo Brasileiro no Cenário Legislativo

O grupo formado por produtores e exportadores brasileiros destacou que a eficácia de campanhas de promoção está intrinsecamente ligada a marcos regulatórios sólidos. Nesse sentido, o Brasil apresentou o desenvolvimento de dois projetos de lei estratégicos que poderão servir de modelo para a coalizão.

O primeiro deles abordou os impactos ambientais e biológicos das fibras sintéticas para a saúde humana e o meio-ambiente e o segundo é inspirado na lógica dos biocombustíveis, utilizando métricas de sustentabilidade e mudanças climáticas para incentivar o uso de fibras naturais.

Defesa e promoção do algodão

Sobre a campanha global “Plant Not Plastic”, a comitiva brasileira manifestou reconhecimento à qualidade da iniciativa, o Brasil não descarta a possibilidade de participar da campanha como forma de fortalecimento da aliança e irá analisar maneiras de apoiar a iniciativa.

Para garantir a precisão das ações, os países acordaram a necessidade de contratar consultorias independentes para o mapeamento detalhado da perda de market share do algodão, especialmente em mercados críticos como China, Índia e Japão, onde o consumo é alto, mas a participação do algodão é baixa.

Encaminhamentos

Nos próximos meses, os países participantes da coalizão concordaram em manter o diálogo ativo, explorar formas de cooperação técnica e científica e avaliar ações conjuntas em mercados estratégicos.

Neste contexto, fico à cargo a ACSA-USA, a apresentação de propostas formais de governança e escalonamento de investimentos. Paralelamente, o Brasil compartilhará os textos-base de suas propostas legislativas e o escopo para o estudo global de mercado.

Fonte: Abrapa

Author

ampasul

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