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MAPA lança linha de crédito para recuperação de pastagens em encontro com cotonicultores

Divulgação do Programa Caminho Verde, do Ministério da Agroicultura Pecuária, aconteceu em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, em evento realizado em parceria e teve a participação da Abrapa, Abapa e AIBA.

Na última sexta-feira, 24/10, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou na sede da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), em Luís Eduardo Magalhães, o lançamento regional do Programa Caminho Verde Brasil. O projeto, que foi anunciado pelo assessor especial do Mapa, Carlos Ernesto Augustin, pretende promover a produção agropecuária sustentável, e a recuperação de pastagens degradadas.

O diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Marcio Portocarrero, a presidente da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto e demais representantes de associações, cooperativas, sindicatos, bancos e demais entidades do setor agrícola, estiveram presentes no evento.

Estimativa de R$ 30 bilhões para recuperação de pastagens

O programa é uma iniciativa nacional que tem como aporte inicial R$ 30 bilhões disponíveis para financiar sistemas sustentáveis de produção agropecuária e florestal. Seu principal objetivo é converter no prazo de 10 anos aproximadamente 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em terras de alto rendimento, aliando grandes volumes de produção à proteção ambiental.

Marcio Portocarrero avaliou positivamente o programa, “iniciativas como a do Programa Caminho Verde Brasil, que promovem a agricultura responsável ao recuperar pastagens degradadas para expandir a área cultivável sem a necessidade de desmatamento, agregam valor de mercado à produção brasileira”.

Distribuição e acesso ao financiamento

Os recursos serão distribuídos entre os biomas brasileiros sendo a região do Cerrado a maior beneficiada com a disponibilização de R$17,2 bilhões, seguida pela Mata Atlântica, que receberá R$ 4 bilhões. A Amazônia vai receber R$ 3,5 bilhões e a Caatinga, R$3 bilhões, o Pampa e Pantanal foram contemplados com R$ 1,2 bilhão e R$ 1,1 bilhão, respectivamente.

Para acessar os recursos, o produtor deve assumir compromissos durante o financiamento, são exemplos:
– Produção de baixo carbono;
– Desmatamento zero;
– Apresentação do balanço anual de carbono;
– Certificação trabalhista.

As unidades produtivas certificadas pelo programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável) já adotam parte destes critérios, facilitando o enquadramento do cotonicultor com fazendas certificadas aos requisitos exigidos pelo programa durante a sua fase de adoção.

Fonte: Abrapa

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ampasul

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